Ontem, acabei de rever a trilogia de "O Poderoso Chefão" e me chamou a atenção quando a personagem Kay (Diane Keaton) disse ao Michael Corleone (Al Pacino): " eu não o amo, eu sinto medo de você."
Isto me remeteu aos inúmeros casos de violência e opressão contra nós mulheres, bem como a um tipo muito peculiar de homem, qual seja: o homem agressivo, controlador, possessivo, ciumento, que incita ao caos e a raiva, faz tempestade num copo d'água, se sente vítima e vive inventando desculpas para justificar suas ações.
Infelizmente, este tipo de homem ainda está presente no nosso âmbito familiar, no nosso círculo de amizades e nos mais diversos grupos sociais, razão pela qual, como bem explícita, Bertolt Brecht: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, nada deve perecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.
Isto me remeteu aos inúmeros casos de violência e opressão contra nós mulheres, bem como a um tipo muito peculiar de homem, qual seja: o homem agressivo, controlador, possessivo, ciumento, que incita ao caos e a raiva, faz tempestade num copo d'água, se sente vítima e vive inventando desculpas para justificar suas ações.
Infelizmente, este tipo de homem ainda está presente no nosso âmbito familiar, no nosso círculo de amizades e nos mais diversos grupos sociais, razão pela qual, como bem explícita, Bertolt Brecht: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, nada deve perecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.

